OK, vou ficar devendo a atualização do Manual por hoje.
Mas eu estava listando aqui na minha mente, as coisas que me fizeram pensar nos últimos dias:
1- Pimp my ride.
Sei lá porque cargas d’água, mas eu não teria coragem de largar meu carro na mão de uns caras sem nem ao menos saber qual a cor que eles vão pintar a lataria. Que doidera.
2-Literatura brasileira do século XXI
Confesso que adoro o estilo da Mayra Dias Gomes, e acho ela linda demais (tanto que a garota está na atual VIP). Mas daí a pintarem a guria de salvadora, ou o símbolo da literatura brasileira jovem, pooooxa! Tem tanta gente aí que já escreveu muitos livros bons nesse início de século, e ainda não fez 25 anos (vide os autores das edições Livros do Mal, que eu ainda não tive a oportunidade de ler nada integralmente ainda)… Acho que a mídia andou extrapolando por aí.
3- Dietas
Eu engordei, quero emagrecer, mas nem faço idéia de como começar. Ansiedade é algo com que eu tenho que conviver, e ainda não dominei. Alguém me indica um regime?
4- Ócio
Odeio o ócio e o trabalho insano. Encarei esses estigmas humanos essa semana e não sei dizer qual é o pior.
Enfim, tô cansada de nada.
Acho que a TPM misturada com o antialérgico faz isso. Aqui vai um trecho do que eu ando escrevendo por aí.
“O painel de controle estava completamente detonado, com telas de plasma destruídas, alavancas arrancadas e manuais de pedra-lua jogados ao chão por todos os cantos. Telescópios manuais estavam partidos em várias partes, pranchetas de alumínio jaziam parcialmente derretidas em cima de circuitos queimados, e o equipamento de busca espacial estava extraviado, totalmente puxado para fora de sua embalagem de segurança, inútil. E um cheiro forte impregnava o ar. Um cheiro que Mira nunca havia sentido, pelo menos não tão forte, e ela sabia exatamente do que se tratava.
Uma mancha gigantesca de sangue coagulado se estendia por metade do chão da sala. As placas de metal fosco contrastavam imensamente com a substância escura derramada sobre elas, e pingos ainda vermelhos eram possíveis de se enxergar em cima dos painéis destruídos que ainda estavam luminosos. Mas a dois passos de distância é que começava o verdadeiro terror. Os corpos. Os donos do sangue derramado.”
Não sei se essa é a melhor parte para postar… Mas aí está o meu arremedo de mistura de política espacial de Frank Herbert, misturado à minha busca frustrada pela genialidade de Isaac Asimov.
Que Alá os abençoe, e a graça do Senhor esteja convosco.
Amém.
[oh, god. o mundo caiu e eu me embebedei sem ter bebido]










